quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Atuais campeões da Transat e da VOR fazem palestra para a comunidade náutica baiana
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FENEB
domingo, 25 de outubro de 2009
FENEB presente na chegada dos líderes da Transat 6.50
Os 20 competidores da Regata Transat 6.50 que já cruzaram a linha de chegada estão no Terminal Náutico, aproveitando para descansar e curtir os encantos de Salvador após a longa travessia transatlântica de 4800 milhas desde La Rochelle, na França.
A noite de sexta-feira teve a definição do pódio da classe Série, com Francisco Lobato (roff tmn) levando o troféu de campeão pela primeira vez para Portugal após 26 dias, 19 horas, 39 minutos e 18 segundos de travessia. O segundo lugar ficou com o francês Charlie Dalin (charliedalin.com) e a terceira posição com o também francês Xavier Macaire (Masoco Bay)
Já na classe Protótipos, considerada a "fórmula 1" dos Mini-Transats, o grande vencedor foi Thomas Ruyant (Faber France, na 2ª foto). A disputa pelo segundo lugar foi acirradíssima, com Bertrand Delesne (Enterprendere Durablement) levando a melhor sobre Henri-Paul Schipman (Maison de l'Avenir Urbatys) dentro da Baía de Todos os Santos.
foto 1: Mauricinho Mascarenhas
foto 2: Luciano Andrade
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terça-feira, 20 de outubro de 2009
Mini-Transats à vista! Líderes chegam a partir de quinta-feira
Todos os olhos da vela baiana voltarão-se para o Oceano Atlântico a partir desta quinta-feira. Os primeiros colocados da Regata Transat 6.50 deste ano começarão a chegar a partir do dia 22, de acordo com a organização do evento. O atual líder é o francês Thomas Ruyant, que se encontra a cerca de 360 milhas de Salvador, com previsão de chegada para as 11h00 de quinta.
Os 79 Minis que participam da Transat 6.50 deste ano estão há 17 dias no mar desde a saída de Funchal, na Ilha da Madeira, onde os competidores fizeram uma escala, completando 27 dias de competição desde a saída de La Rochelle, na França.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Baiano de Oceano 2009 será no próximo fim-de-semana
Amigos Velejadores,
No próximo final de semana teremos mais uma edição do Campeonato Baiano de Veleiros de Oceano – CBVO que, pelo segundo ano consecutivo, será apoiado pelo Governo do Estado da Bahia através da SUDESB.
Tão importante quanto competir, rever os amigos e demonstrar na raia as habilidades de velejar é, simplesmente, PARTICIPAR.
Quem faz o campeonato acontecer somos nós VELEJADORES, e a nossa PARTICIPAÇÃO é que engrandece e abrilhanta o evento.
Todos que estão trabalhando para fazer acontecer o campeonato são velejadores como nós e o fazem pelo prazer de realizar um evento que agregue todos em torno do desenvolvimento do nosso esporte/lazer, a vela.
A organização do CBVO é da FVOBA, a chancela é da FENEB, o apoio é da SUDESB e o evento é dos VELEJADORES.
Bons Ventos e Bom CBVO-2009 a Todos,
Maurício Mascarenhas
Diretor Vice-Presidente da FENEB
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Foi dado o primeiro passo para a realização da Semana de Vela da Bahia 2010 !
No último dia 15 de setembro, o Conselho de Representantes da FENEB se reuniu no Yacht Clube da Bahia, em sessão ordinária, para deliberar sobre as realizações da Federação.
Estiveram presentes os Comodoros Jorge Nogueira do Aratu Iate Clube, Marcelo Kruschewsky do Yacht Clube da Bahia, Antonio Matias do Saveiro Clube da Bahia e o Diretor de Vela Carlos Jorge Sant'Ana representando o Comodoro do Clube Angra dos Veleiros. Representando a Diretoria da FENEB, o Diretor Presidente Arnaldo Pimenta, o Diretor Vice-Presidente Maurício Mascarenhas e o Diretor Secretário José Arcésio. Também estiveram presentes o Vice Comodoro do Yacht Clube da Bahia Armando Tavares, o Diretor de Vela do Saveiro Clube da Bahia Aureliano Sênior e o Conselheiro Fiscal Abelardo Rêgo.
Dentre outras deliberações, ficou determinado que a Diretoria da FENEB deverá constituir o Comitê Técnico composto pelos Diretores de Vela dos clubes náuticos e dos capitães de flotilha das classes esportivas, sob a coordenação da Diretoria Técnica da FENEB, cuja missão será elaborar o Projeto da Semana de Vela da Bahia 2010.
Acompanhe no Blog da FENEB o passo-a-passo deste pioneiro e importante evento da vela baiana!
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Desafio transatlântico em solitário já começou!
Ontem pela manhã, 85 skippers deram a largada para uma experiência única em suas próprias vidas. A missão deles é cruzar o Atlântico em um veleiro de 6.50 metros, desenhado especialmente para esta travessia, que desperta nestes bravos navegadores um sentimento de conquista inigualável. A Transat 6.50 deste ano já começou, e o Blog da FENEB traz as últimas novidades direto para você!
O percurso deste ano começa no porto francês de La Rochelle (departamento de Charente-Maritime), tem uma escala em Funchal (Ilha da Madeira) e termina em Salvador, ao abrigo das águas da Baía de Todos os Santos. Dentre os participantes, está a primeira brasileira a cruzar o Atlântico, Izabel Pimentel.
De acordo com o último relatório de posicionamento, o líder da categoria série é o português Francisco Lobato, seguido pelo francês Xavier Macaire e pelo italiano Riccardo Apolloni. Na categoria protótipo (na qual Izabel participa), a liderança pertence ao trio francês Thomas Ruyant, Henri Paul Schipman e Bertrand Delesne.
link: Blog da FENEB
fonte e fotos: site oficial da Transat 6.50
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Mateus e Dudinha entre os 25 melhores do mundo!
Os melhores resultados de Mateus e Dudinha foram na 10ª regata (10º lugar), na 3ª regata (11º lugar) e na 7ª regata (14º lugar). No mesmo campeonato, a dupla brasileira Bruno Amorim e Dante Bianchi conquistou o Troféu Comodoro Hub Isaacks, que é entregue ao à dupla Campeã Mundial.
Confira os resultados oficiais na página do San Diego Yacht Club. Veja também o vídeo da 10ª regata, com Mateus e Dudinha disputando posições no top 10 clicando aqui e a entrevista deles para o site SailGroove.
link: Blog da FENEB
fonte: San Diego Yacht Club e SailGroove
foto: Sail Groove
link: Blog da FENEB
fonte: San Diego Yacht Club e SailGroove
foto: Sail Groove
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Primeiro Circuito Mundial de vela já tem data marcada para começar!
O primeiro circuito mundial de vela já tem data certa para o tiro de largada! A etapa de estreia da Louis Vuitton World Series será disputada na cidade francesa de Nice, entre os dias 7 a 22 de novembro deste ano. Num evento realizado em Paris na terça-feira passada, foi revelado que as 10 equipes participantes competirão todas-contra-todas em match races, com os dois melhores times passando à final. Além disso, os resultados contarão pontos para o ranking anual do torneio.
Além de Nice, já estão confirmadas as etapas de Auckland (Nova Zelândia; março de 2010) e La Maddalena (ilha da Sardenha, Itália; maio de 2010). "Nós também tivemos interesse demonstrado por Atenas, Valencia, Newport, Cape Town, Hong Kong e Abu Dhabi em sediar futuros eventos," afirmou Bruno Troublé, criador da Copa Louis Vuitton e da LVWS.
Dentre as equipes já confirmadas estão a BMW Oracle (EUA), Emirates Team New Zealand (Nova Zelândia), Italia by Joe Fly (Itália), K-Challenge (França), Mascalzone Latino (Itália), Swedish Challenge Artemis (Suécia), Synergy Russian Sailing Team (Rússia) e Team French Spirit (França). "Nós anunciamos a Série Mundial na semana passada e outros quatro times já expressaram interesse nos dois últimos lugares disponíveis para a etapa de Nice," disse o Vice Presidente Executivo da Louis Vuitton, Pietro Beccari.
link: Blog da FENEB
fonte: Sail World
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O retorno de Mateus Tavares
Hoje, em San Diego, Mateus Tavares e Luis Eduardo Perez farão história logo ao entrar na água. Eles são a primeira tripulação 100% baiana a competir em um campeonato mundial. Antes de Mateus viajar, o Blog da FENEB fez uma entrevista exclusiva com ele, que já representou nosso estado em 11 mundiais e, desta vez, levará a bandeira da Bahia no peito para o Campeonato Mundial de Snipe.
Blog da FENEB: Mateus, pra começar, como foi que você se iniciou na vela?
Blog da FENEB: Mateus, pra começar, como foi que você se iniciou na vela?
Mateus Tavares: Eu comecei no Optimist com 9 anos, e desde essa idade eu competia no Yacht Clube da Bahia e participei de edições do Norte/Nordeste, Brasileiro e Sul-Americano. Contudo, não cheguei a participar no Mundial como Mário Urban e Yuri Smarcevski, que corriam comigo de Optimist naquela época. Ter competido nesta classe foi muito legal e importante para mim.
Depois, competi na classe Europa por cinco anos. Nesse período, participei em 5 Mundiais e conquistei resultados de maior destaque, como o 5º lugar no Mundial de 2000, realizado aqui na Bahia, além de duas vezes vice-campeão brasileiro.
Depois, competi na classe Europa por cinco anos. Nesse período, participei em 5 Mundiais e conquistei resultados de maior destaque, como o 5º lugar no Mundial de 2000, realizado aqui na Bahia, além de duas vezes vice-campeão brasileiro.
Blog: E como foi sua mudança para a classe Laser?
Mateus: Quando eu passei a correr de Laser, em 2001, a classe havia entrado recentemente (em Atlanta 1996) para as Olimpíadas. Foi aí que eu vi que não era tão fácil, pois a classe é muito mais numerosa e mais competitiva que a Europa, que é uma fase de transição do Optimist para o Laser. Durante os 6 anos que eu competi na classe, eu participei em 6 mundiais e, em 2007, passei 3 meses no continente europeu somente participando de campeonatos, foi uma experiência de vida e de velejada muito importante para mim. Quando voltei da Europa, disputei a vaga nas Olimpíadas de Pequim 2008. Sabia que ia ser difícil, porque Bruno Fontes estava realmente bem naquela época e ele acabou ganhando.
Mateus: Depois do Pré-Olímpico, eu resolvi experimentar outra classe. O Snipe veio a calhar porque a classe aqui na Bahia estava crescendo muito, e o Campeonato Brasileiro de 2009 seria aqui. Eu e Dudinha (Luis Eduardo Perez) disputamos o Baiano de 2007 logo quando o barco chegou, mesmo sem treinar! Fomos Campeões Baianos e Norte/Nordeste daquele ano, um feito que nem nós mesmos esperávamos. Em junho de 2008, comprei um Snipe novo e deixei o Laser de lado para me dedicar à nova classe.
Blog: E a emoção de ter conquistado a vaga para o Mundial aqui na Bahia?
Mateus: Disputamos o Campeonato Brasileiro de Snipe 2009 focando na vaga para o Mundial, mesmo sabendo que ia ser muito difícil. Nos dois primeiros dias, a gente realmente velejou muito com o vento forte. Se o vento continuasse assim, a gente tinha a convicção de que brigaria pelo título. Nos outros dias, o vento enfraqueceu e ficamos com o 4º lugar, conquistando a vaga para o Mundial. Foi só alegria, uma satisfação realmente muito grande porque a gente ralou bastante. Começamos a treinar muito, disputamos o Sul-Americano e conseguimos o 7º lugar na Taça Octanorm no Rio, que foi um bom treino. Só que aí depois veio um contratempo, que foi meu acidente de moto.
Blog: Como foi esse período de recuperação?
Mateus: O acidente me afastou por três meses. Dudinha fez a parte dele e continuou velejando, participando da Taça Aleixo Belov com Felipe Cunha, o que foi importante para ele se manter bem preparado fisicamente. Além de tudo, ainda tem mais um desafio pra gente que era baixar o peso, pois a previsão lá é vento muito fraco. Mas, como é o primeiro Mundial da gente, não dá pra ir sonhando com o título: é o primeiro campeonato, é curtir, dar o máximo que a gente conseguir, até mesmo porque não tivemos tanto tempo de treino.
Blog: Mesmo com todos os contratempos, você conseguiu uma recuperação muito boa, com você e Dudinha trabalhando como uma verdadeira equipe para estarem prontos para o Mundial. Qual a importância que essa experiência em San Diego pode proporcionar para vocês e para a vela do Estado?
Mateus: É bom até dividir essa resposta em três. Pessoalmente, estou muito contente porque, além de ser o 12º Mundial da minha carreira, o Snipe será a terceira classe que eu participo no Campeonato Mundial. Não são muitos velejadores que conseguem se classificar para Mundiais de diferentes classes. Além do mais, estou ansioso para conhecer San Diego, que dizem que é uma cidade muito bonita.
Este é o primeiro Mundial que Dudinha participa. Ele é um cara que adora esportes, já praticou de futebol a bola de gude! (risos) Acho que tá sendo muito legal pra ele essa oportunidade de se profissionalizar e participar de um campeonato Mundial. Para a vela baiana, esta é a primeira vez que uma dupla representa a Bahia num Mundial, e em uma das classes mais populares e clássicas do mundo, na qual muitos brasileiros já se destacaram, como Torben Grael.
Blog: Quais foram as experiências mais marcantes na sua carreira?
Mateus: É até difícil dizer... foram tantas que é até difícil de listar! Uma das mais emocionantes foi com certeza o Campeonato Mundial de Europa 2000, que eu subi no pódio (5º lugar) aqui na Bahia. Além disso, a minha viagem para a Europa em 2007, quando eu corri 5 ou 6 campeonatos em 3 meses, finalizando com o Campeonato Mundial de Laser.
Blog: Embora os ventos de San Diego sejam muito fracos em relação aos de Salvador, você acredita que a temperatura amena desta época do ano será um fator que ajudará vocês?
Mateus: Com o passar do anos, eu tive que aprender a conviver com adversidades climáticas, como quando eu estava na Holanda, com a temperatura da água a 12ºC e um clima severo que, no início, chegava a ser desanimador. O fato de você velejar com sol e temperatura agradável é sem dúvida um facilitador.
fotos: 1ª foto: Mauricinho Mascarenhas - 2ª foto: André Carvalho/A Tarde - 3ª foto: Flotilha Iansã de Laser
Blog: E a emoção de ter conquistado a vaga para o Mundial aqui na Bahia?
Mateus: Disputamos o Campeonato Brasileiro de Snipe 2009 focando na vaga para o Mundial, mesmo sabendo que ia ser muito difícil. Nos dois primeiros dias, a gente realmente velejou muito com o vento forte. Se o vento continuasse assim, a gente tinha a convicção de que brigaria pelo título. Nos outros dias, o vento enfraqueceu e ficamos com o 4º lugar, conquistando a vaga para o Mundial. Foi só alegria, uma satisfação realmente muito grande porque a gente ralou bastante. Começamos a treinar muito, disputamos o Sul-Americano e conseguimos o 7º lugar na Taça Octanorm no Rio, que foi um bom treino. Só que aí depois veio um contratempo, que foi meu acidente de moto.
Blog: Como foi esse período de recuperação?
Mateus: O acidente me afastou por três meses. Dudinha fez a parte dele e continuou velejando, participando da Taça Aleixo Belov com Felipe Cunha, o que foi importante para ele se manter bem preparado fisicamente. Além de tudo, ainda tem mais um desafio pra gente que era baixar o peso, pois a previsão lá é vento muito fraco. Mas, como é o primeiro Mundial da gente, não dá pra ir sonhando com o título: é o primeiro campeonato, é curtir, dar o máximo que a gente conseguir, até mesmo porque não tivemos tanto tempo de treino.
Blog: Mesmo com todos os contratempos, você conseguiu uma recuperação muito boa, com você e Dudinha trabalhando como uma verdadeira equipe para estarem prontos para o Mundial. Qual a importância que essa experiência em San Diego pode proporcionar para vocês e para a vela do Estado?
Mateus: É bom até dividir essa resposta em três. Pessoalmente, estou muito contente porque, além de ser o 12º Mundial da minha carreira, o Snipe será a terceira classe que eu participo no Campeonato Mundial. Não são muitos velejadores que conseguem se classificar para Mundiais de diferentes classes. Além do mais, estou ansioso para conhecer San Diego, que dizem que é uma cidade muito bonita.
Este é o primeiro Mundial que Dudinha participa. Ele é um cara que adora esportes, já praticou de futebol a bola de gude! (risos) Acho que tá sendo muito legal pra ele essa oportunidade de se profissionalizar e participar de um campeonato Mundial. Para a vela baiana, esta é a primeira vez que uma dupla representa a Bahia num Mundial, e em uma das classes mais populares e clássicas do mundo, na qual muitos brasileiros já se destacaram, como Torben Grael.
Blog: Quais foram as experiências mais marcantes na sua carreira?
Mateus: É até difícil dizer... foram tantas que é até difícil de listar! Uma das mais emocionantes foi com certeza o Campeonato Mundial de Europa 2000, que eu subi no pódio (5º lugar) aqui na Bahia. Além disso, a minha viagem para a Europa em 2007, quando eu corri 5 ou 6 campeonatos em 3 meses, finalizando com o Campeonato Mundial de Laser.
Blog: Embora os ventos de San Diego sejam muito fracos em relação aos de Salvador, você acredita que a temperatura amena desta época do ano será um fator que ajudará vocês?
Mateus: Com o passar do anos, eu tive que aprender a conviver com adversidades climáticas, como quando eu estava na Holanda, com a temperatura da água a 12ºC e um clima severo que, no início, chegava a ser desanimador. O fato de você velejar com sol e temperatura agradável é sem dúvida um facilitador.
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